Nomeações, saúde e concreto: ruídos da gestão de Belém vão se eternizando Câmara aprova Código de Ética e oposição vê ameaça à fiscalização com "Lei da mordaça" MPF pede proibição do uso de mercúrio na mineração de ouro na Amazônia

Fux diz que STF tem ‘incompetência absoluta’ para julgar trama golpista

Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram para condenar Jair Bolsonaro e aliados

  • 1262 Visualizações
  • 10/09/25 11:40
Fux diz que STF tem ‘incompetência absoluta’ para julgar trama golpista

São Paulo, SP, e Brasília, DF - Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam a analisar nesta quarta-feira, 10, a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete réus por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Os ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino votaram pela condenação de todos.


Neste quarto dia de análise do caso, o único ministro a votar deverá ser Luiz Fux. Ao longo da semana, ainda vão se manifestar Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente da Turma.


Ao todo, estavam reservadas oito sessões, mas na tarde da última sexta-feira, 5, Moraes pediu sessões extras a Zanin, que atendeu à solicitação. Nesta quinta-feira, 11, também haverá sessões pela manhã e pela tarde. O resultado do julgamento deve ser proclamado na sexta-feira, dia 12.


Bolsonaro e os outros réus são acusados por organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. A Procuradoria-Geral da República (PGR)pediu a condenação do ex-presidente por todos os crimes listados que, somados, podem ultrapassar 40 anos de prisão. A dosimetria da pena ainda será definida pelos ministros, em caso de condenação.


Foto: Agência Brasil

Estadão conteúdo


Mais matérias Política

img
Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.